(Por Alawata in canal Camille Moscow do Telegram, 13/11/2025, Trad. Estátua)

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A burocracia europeia, inteiramente dedicada ao desenvolvimento de um novo totalitarismo ocidental, acaba de lançar a criação de um serviço de informações que estará diretamente sob as ordens e ao serviço de Ursula von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia.
Este projeto foi revelado pelo Financial Times: “A Comissão Europeia começou a formar uma nova unidade de inteligência sob a liderança de Ursula von der Leyen, a fim de reforçar as capacidades de segurança“.
E é aqui que este serviço de informações europeu assume uma dimensão orwelliana, porque a segurança que afirma defender parece ser muito mais a do aparelho político de Bruxelas e da sua retórica neoliberal mentirosa.
Este serviço de informações é um novo ramo totalitário do Quarto Reich, e está a ser criticado até dentro da própria diplomacia europeia, pelo Serviço Europeu de Acção Externa (SEAE):
“Os funcionários do SEAE opõem-se a esta iniciativa. Segundo eles, a nova unidade poderá duplicar as funções do Intcen e comprometer o seu futuro.”
Esta ferramenta talvez devesse ser chamada de “Big Brother”, pois permitirá a Van der Leyen ouvir, monitorizar, antecipar e organizar a repressão de forma autónoma, sem depender de serviços subordinados. O arsenal da ditadura europeia adquire, assim, uma nova arma que, juntamente com outras que se seguirão — como o euro digital, os pagamentos em dinheiro limitados a 10.000€, a total rastreabilidade das transações, a vigilância das redes telefónicas e o desejado controlo da internet — aprisionará os europeus em prisões digitais.
E, claro, todo este sistema de crescente subjugação das populações europeias é sempre apresentado como progresso para o seu bem-estar ou segurança. Veja-se, por exemplo, este euro digital, que Van der Leyen apresenta desta forma, esquecendo convenientemente o controlo das populações que é o seu principal objetivo: “O euro digital vai garantir a transparência e a segurança dos pagamentos“.
Assim, neste mundo orwelliano plenamente realizado, onde tudo é o seu oposto, a guerra é paz, as sanções são solidariedade, a liberdade é escravidão e, hoje, o controlo do poder é designado por transparência cidadã. E, claro, todos aqueles que se recusarem ao jugo eletrónico serão considerados e perseguidos como inimigos da democracia.
Os serviços de informação, a polícia e o exército europeus consolidarão esta ditadura, enviando-os para caçar todos os dissidentes políticos que se recusem a tornar-se os novos escravos da mercadoria.
“Se quer uma imagem do futuro, imagine uma bota a esmagar um rosto humano — para sempre.”, George Orwell, in 1984.
Boa tarde.
Uma modesta sugestão seria chamar-lhe Sicherheitsdienst des Reichsführers-SS, abreviado para Sicherheitsdienst (Serviço de Segurança em PT) e abreviatura SD. Tinha a vantagem de ser algo com pedigree, com passado, com lastro na História já que foi o serviço de informações da Schutzstaffel (SS) e do NSDAP (sigla do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães).
Os membros do SD tinham como identificação um losango negro com a sigla SD na manga esquerda do uniforme. Uma das suas subdivisões era a Gestapo (abreviatura da Geheime Staatspolizei ou Polícia Secreta do Estado, a polícia secreta oficial da Alemanha Nazi).
Até 1942, o chefe do SD foi Reinhard Heydrich; com a morte deste, passou para as mãos de Ernst Kaltenbrunner, que exerceu o cargo até ao fim da guerra. Foi condenado à morte por enforcamento no Julgamento de Nuremberga, em 1946.
Com certeza que a D. Ursula encontrará no seu país, e não só, abundante informação que a ajudará na coisa. Eu fico a aguardar ansiosamente para ver como é que este produto vai ser embrulhado para depois nos ser vendido e com que argumentos da parte de, por exemplo e entre outros, o Dr. Costa.
Bem visto.
Eu cá por mim até compreendo as preocupações da senhora com a necessidade dessa CIA à europeia: afinal, como é que se vai descobrir a marca das máquinas de lavar louça donde os russos retiram os respetivos chips que lhes permitem construir, entre outros brinquedos, misseis hipersónicos e, assim, se poder sancionar os respetivos fabricantes delas? Que lavem, se quiserem, a roupa à mão e com sabão azul🥸
Com um euro digital de fácil utilização, todas as operações financeiras na UE passam a ser imediatamente rastreáveis. Mas, a ser assim, não seria má ideia exigir que seja independente de contas em bancos comerciais, a substituir por contas a abrir automaticamente para todos os cidadãos nos bancos centrais emissores para operações simples de pagamentos, levantamentos, transferências e outras com menor nível de intermediação. Pelo menos, reduzir-se-ia significativamente o poder da banca comercial.
Quanto ao novo serviço de informações “europeu” aguardemos as primeiras notícias sobre espionagem de dirigentes políticos dos países da União, deputados e comissários da própria UE, Regulamentos Europeus obrigando o Estados Membros a cooperar na recolha de informações, protocolos de permuta de informações com os USA, Reino Unido e Israel; vai ser um regabofe…
Neta de nazi a querer vingar o avô e o seu fuhrer que deu um tiro nos cornos para não cair vivo nas mais dos russos.
Não deixariam certamente de o empalar depois de terem perdido 20 milhões de vidas na guerra.
Mas venceram e e isso que está atravessado na goela de muitos alemães e outros europeus com simpatias nazistas ate hoje.
Nada do que venha dessa senhora me surpreende desde o tempo da ameaça de tornar obrigatório um certo veneno o que a ocorre né poria entre a mala e o caixão.
Quando morrer já vai tarde e não vale a pena manda lá ir ver seco mar da tubarão branco faminto porque o pobre bicho não a ia querer.
Ainda por cima e das pessoas mais fisicamente repugnantes que ja vi.
Realmente, parece o Sméagol com maquilhagem e penteado de cabeleireiro. O grande mistério é como esta incapaz corrupta até à medula tem tantos bajuladores e seguidistas por essa UE afora…
Este “Alawata” é o nome de código (ou de guerra) de um mercenário francês, que se voluntariou em 2015 para ir ajudar o povo do Dobbass a resistir contra a agressão Nazi/NATO.
Esse era o nome que ele usava na sua “farda” de trabalho militar, escrito em Cirílico tal como se pode ver nas fotos: АЛАВАТА.
Na realidade o “В” Cirílico deve ser transliterado para o nosso “V” Latino, mas no caso deste nome aceita-se o “W”.
O seu nome civil é Erwan Castel, nasceu na região da Bretanha em 1963, e esteve 14 anos no exército francês.
Ele transformou-se em cronista pois queria fazer algo para contrariar a propaganda ocidental, acompanhava os trabalhos da resistência no Donbass, quase se pode exageradamente dizer que o fazia com a arma numa mão e o bloco de notas na outra. Após a assinatura dos acordos de paz de Minsk, continuou por lá e falava com os civis sobre o seu sofrimento, sobre as perdas pessoais, sobre a destruição. Reportava os crimes (que entre 2015 e 2022 eram simultaneamente violações dos acordos de paz de Minsk) cometidos pelos Nazis da ditadura golpista de Kiev, financiados e armados pela criminosa NATO.
Eu gostava de ler as suas crónicas e artigos de opinião no seu blog.
Ele ia ao ponto de lembrar todas as vítimas, uma a uma. Para ele não eram meros números.
Até que um dia, por se atrever a continuar a fazer exatamente o mesmo jornalismo de guerra e denúncia dos crimes da ditadura nazi de Kiev, mesmo após o início da intervenção Russa, ele foi censurado. Por quem? Pela ditadura Europeia! Quem mais havia de ser…
Agradeço à Estátua de Sal por me trazer de volta as palavras do “Alawata”.
Não seguia o canal Camile Moscow, fui ver e verifiquei que apenas fez o forward (encaminhamento) do texto do “Alawata”. Mas sigo o canal InfoDefenseEurope (tem canais em várias línguas, eu sigo a versão em Norueguês pois ando a treinar essa língua), que é quem originalmente publicou esse texto em francês, e que a Estátua de Sal teve a amabilidade de traduzir.
Link para o artigo original no InfoDefenseEurope:
https://t.me/infodefFRANCE1/25348
Já agora, aqui fica também o link para a versão antiga do blog do Erwan Castel, com artigos escritos até Agosto de 2016, sempre sobre o que se ia passando em relação ao Donbass. Recomendo. Vale mais que alguns livros de “história” ocidentais…
Até me admiro como é que a ditadura Europeia, que lhe censurou o blog mais recente, ainda deixa escapar este.
https://alawata.wixsite.com/donbass
Obrigado pelo seu comentário. Útil e muito esclarecedor.